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Educadora Sexual fala sobre importância da comunicação para a vida sexual

Em outubro, Mateus foi operado para a retirada da fimose, que é o excesso de pele que recobre o pênis, dificultando que a cabeça seja exposta. Segundo Markanian, ele tem percepção do próprio corpo Privacy Grátis e quando sente algo errado conta para a mãe. “O Mateus não tem vergonha de ficar nu na nossa frente e isso é importante, porque às vezes está acontecendo alguma coisa e a mãe precisa ver”, diz.

“As instituições escolares devem abrir espaço para os adolescentes debaterem sobre o assunto e colocar um professor capacitado no assunto para esclarecer várias dúvidas. Só geram caos os assuntos proibidos, a partir do momento que a sexualidade pode ser abordada com leveza, partilhando medos, dúvidas e anseios, é o que nos fará crescer e ajudará a eles nessa fase tão cheia de detalhes, que vão carregar essa descoberta e a maneira que tiverem essa experiência por anos a fio”, conclui Wanessa Moreira. Ao referir-se a alguém como intersexual estamos afirmando que se trata de uma pessoa que não se reconhece como pertencente ao gênero que se vincula ao sexo que lhe foi indicado ao nascer face a impossibilidade de associação com os parâmetros da binaridade ou uma ambiguidade genital. Assim a intersexualidade (condição de quem é intersexual) é uma das nuances presentes no campo da transgeneridade (condição de quem é transgênero) e que, portanto, se assenta na incompatibilidade entre o sexo consignado ao nascer e o gênero que aquela pessoa reconhece como seu, o que também ocorre com transexuais e travestis, por exemplo. Os dados reforçam a importância de esse tema ser mais abordado nas instituições de ensino e como ele ajuda as pessoas a tomar decisões bem informadas em relação à sua sexualidade e saúde reprodutiva, além de promover a igualdade de gênero e a aceitação da diversidade sexual e de gênero.

Qual a importância da sexologia?

Graziela Chantal destaca a importância de conversar abertamente sobre sexualidade na sociedade. “O diálogo aberto vai promover a educação sexual, por meio de uma comunicação aberta, que visa educar, orientar e promover o bem-estar no que diz respeito à sexualidade humana. Vai promover a desconstrução dos preconceitos sobre a diversidade, orientações sexuais e identidades de gênero”, enfatiza. “A sexualidade deve ser um assunto fluído, da mesma forma que conversamos sobre amizades, dificuldades do dia a dia, e os mais variados assuntos – a sexualidade é parte da saúde física e emocional. Não deve ser um tema a parte, o adolescente deve sempre perguntar suas curiosidades, o que já ouviu dizer ou até mesmo os seus medos e anseios, sempre que o assunto ficar pendente em sua mente.

Tendo em vista o perfil de idosos que frequentam o local, muitos tem um alto índice de massa corporal (IMC) e tem sobrepeso. Um estande ficou disponível no CATI, com orientações alimentares de acordo com comorbidades, receitas sem açúcar, além de demonstração de nível de açúcar em determinados produtos. Apesar de Déa não ter falado sobre sexo especificamente, é importante ressaltar que a sexualidade não se limita a penetração e preliminares.

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“É fundamental o adolescente saber que além dos amigos e da internet, ele possui um local seguro para falar sobre sexualidade, para compartilhar pensamentos e medos sobre o tema. Os pais devem introduzir o assunto naturalmente, a mãe e o pai são as pessoas mais habilitadas para orientar seu filho e se colocar a disposição caso ele venha a viver uma situação realmente conflitante”, explica a terapeuta Wanessa Moreira. Restando claro o conceito de intersexo (atrelado ao sexo) passamos à apreciação da intersexualidade, condição que atinge a pessoa intersexual, espectro inserido na perspectiva da identidade de gênero. Sob esse prisma afirmamos que o intersexual é uma das perspectivas da transgeneridade, sendo uma das hipóteses de pessoa transgênero (aquela pessoa que apresenta uma percepção de gênero distinta da esperada em decorrência do sexo que lhe foi atribuído quando de seu nascimento)12.

“Não se trata de incentivar a criança a fazer sexo, mas dar abertura para a criança perguntar sobre o que ela quiser. É importante lembrarmos que os tabus passados de geração em geração podem ser barrados e mudados ao longo do tempo a partir dessa postura mais assertiva”, garante. O UNFPA promove a saúde sexual em todo o mundo, defendendo o direito de cada pessoa à autonomia corporal e apoiando o acesso a serviços essenciais de saúde sexual e reprodutiva, sem discriminação. Tanto em tempos de estabilidade quanto de crise, o UNFPA trabalha para garantir o acesso à contracepção, à educação sexual abrangente, à saúde materna e aos serviços de prevenção e resposta à violência de gênero e às práticas prejudiciais, como a mutilação genital feminina e o casamento infantil.

Intersexo, intersexual e a importância da distinção para fins jurídicos

No caso da fimose, a cirurgia é recomendada nos primeiros anos de idade, uma vez que o atraso no tratamento pode acarretar em problemas como infecção urinária de repetição, inflamação no pênis e maior incidência de infecções sexualmente transmissíveis. Ao conscientizar a sociedade disso, consequentemente, teremos queda nos números de doenças sexualmente transmissíveis (DSTs), gestações precoces e disfunções sexuais, o que vai trazer qualidade de vida para a população. Ambos mantêm um bom diálogo com seus familiares sobre as descobertas sobre sexualidade, porém, Nicki recebe a desagradável visita de seu irmão mais velho que ao descobrir sobre sua bissexualidade não aceita e acaba expondo o irmão para o restante da família. É inafastável a necessidade de uma transição da concepção binária para outra que reconheça e confira plenos direitos para as pessoas intersexo, todavia não é possível ignorar que essa luta enfrenta e enfrentará ainda enormes resistências sociais especialmente por “vivermos em uma sociedade em que desde a vida fetal somos posicionados socialmente em um mundo binário, em menino ou menina”9.

VEJA SAÚDE

Respeitar a si mesmo, o seu corpo, o corpo do outro, para ter uma descoberta saudável sobre a própria sexualidade. Lembre-se que seu filho só está aqui nessa jornada com você, (com exceção a inseminação artificial) porque ele veio de um ato sexual, é algo natural, amoroso e que dá origem a novas vidas. Na segunda temporada, o drama familiar que a personagem Darcy Olsson (Kizzy Edgell) sofre é mais comum do que muitas pessoas imaginam, e ganha destaque de extrema importância – por muito tempo esconde sobre sua identidade e acaba sendo expulsa de casa pela própria mãe ao descobrir que sua filha é lésbica, na trama ela mantém um relacionamento com Tara Jones (Corinna Brown).

E isso significa que todos e todas devem ter acesso a tudo o que precisam – incluindo contracepção e toda a gama de serviços e informações de saúde sexual e reprodutiva – para tornar esses direitos uma realidade. Em alguns casos, acredita-se que a falta de educação sexual, ou uma focada na abstinência, pode resultar em mais casos de gravidez na adolescência e na contaminação por infecções sexualmente transmissíveis (ISTs). Em contraste, locais onde esses ensinamentos são disseminados, esses casos diminuem. Assuntos como relacionamento e sexualidade são de suma importância e devem ser discutidos entre amigos, familiares e âmbito escolar para o esclarecimento de dúvidas que geralmente ocorrem na fase da adolescência, para que eventos desagradáveis possam ser evitados – como rejeição, bullying e em muitos casos agressões físicas. A série “Heartstopper” que ganhou recentemente sua segunda temporada no streaming se tornou sucesso de público e os personagens Charlie Spring ( Joe Locke) e Nick Nelson (Kit Connor) através de seus diálogos sensíveis sobre a descoberta da sexualidade fizeram com que muitos adolescentes se identificassem.

A iniciativa buscou a conscientização dos idosos à boas práticas para que refletissem num envelhecimento de qualidade. A programação do projeto Bem Viver contará, neste primeiro momento, com uma palestra geral sobre o tema, para os usuários das turmas (9h30 às 11h30 e 14h às 16h) do CATI, na segunda-feira (5). Na terça-feira (6), será realizada uma roda de conversa no período matutino sobre “A vida da mulher após a menopausa” e no período vespertino será sobre a “Saúde do homem”. É proibida a reprodução do conteúdo desta página em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem autorização escrita da Folhapress.

No Brasil, o assunto nasceu no início dos anos 1920, mas focado em combater doenças venéreas, como sífilis e gonorreia. Foi a partir da redemocratização do país, nos anos 1980, que questões como abusos, prevenção de gravidez, conhecimento do funcionamento do corpo, além das doenças sexualmente transmissíveis, entraram na discussão da educação sexual. Para a profissional de relações públicas Fada (nome pelo qual é conhecida), 37, a positividade sexual está ligada ao empoderamento e a uma expressão saudável da sexualidade. “Ser positivamente sexual não é sobre quantidade de parceiros, e sim sobre prazeres infinitos, se permitindo experimentar, repetir e estar em equilíbrio com a libido e o chakras, porque, com isso em dia, o resto da vida flui, no meu caso, o trabalho e a maternidade”. Fada possui um perfil no TikTok em que faz lives e explica sobre a positividade sexual, suas histórias e experiências.

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